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Examinando Pixels é a versão em português do blog Perusing Pixels, um diário fotográfico da jornada da jogadora Twin Pistols através da série de jogos Tomb Raider. Use os links à direita para encontrar um jogo ou fase em particular, ou veja abaixo o último post.

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Tuesday, January 10, 2012

St. Francis’ Folly

Estar um pouco bêbada não é o melhor estado para se jogar video-game, especialmente se você também está tentando apreciar a arte e o design do jogo enquanto está jogando. Estar um pouco bêbada também significa que, quando você vir escrever uma resenha online analisando suas experiências no jogo, você se encontrará encarando um monte de fotos pixeladas e se perguntando como exatamente elas correspondem ao que você jogou na noite anterior. E então você ficará desiludida e abandonará o seu blog por vários meses (N.T.: Originalmente, este post foi publicado um ano após o post da fase Tomb of Qualopec).

Você também irá chorar por causa de crocodilos pixelados mortos, mas isto é algo irrelevante.

St. Francis’ Folly aparece frequentemente nas listas de fases favoritas dos membros dos Tomb Raider Forums, ou pelo menos costumava aparecer quando eu matava o meu tempo lá (isto foi em 2006, quando eu estava passando pela minha fase “Legend é uma porcaria, mas Alister Fletcher é gostoso” (na verdade não foi uma fase, eu ainda penso assim)). Não é tão difícil ver por que St. Francis’ Folly é popular; existe algo lá para satisfazer os gostos de todo mundo. Puzzles, escalar coisas, portas com tempo, morcegos... (Haha, só brincando, ninguém gosta de morcegos).



Então, Lara fugiu do Peru e foi para a Grécia (ou seria Roma?) para procurar a próxima peça do Scion. Chegando a outra estrutura semelhante a uma tumba, ela é saudada por alguns leões e uma porção de pilares desiguais.



Aparentemente, gorilas também são nativos desta área da Europa (eu não saberia, não estudei Geografia), e vários deles ficam muito bravos quando Lara tenta puxar algumas alavancas. Gorilas são os ursos das fases Greco-Romanas, por fazerem um barulho estranho e se moverem de uma maneira arrepiante.



Conheça Pierre, o francês mágico. Ele gosta de surgir por trás de objetos altos, atirar em você um pouco e então evaporar em pleno ar no momento em que você vira suas costas. Isto o torna um pouquinho complicado de se matar.



Em algum ponto durante a primeira área desta fase, eu topei com esta sala secreta, e fiquei muito empolgada porque nunca tinha estado lá antes na minha vida toda.



Outro habitante de Roma (ou Grécia) é o crocodilo flutuante, que tem a habilidade de se propelir a 90 cm acima do chão quando morre.



Após o desafio de europeus que desaparecem e mortes fisicamente improváveis, se encontra o principal evento da fase; a grande sala alta com muitas saliências. Até dois minutos atrás eu vinha me referindo a esta sala como sendo o “folly”, mas acabei de olhar na Wikipédia e descobri que um folly é uma construção decorativa com pouca ou nenhuma razão para existir. Mesmo quatorze anos após a sua criação, este jogo continua ensinando.



Naturalmente, você não pode se balançar precariamente em saliências sem ter um fluxo contínuo de morcegos vindo e perfurando sua cabeça, e tentando fazer você cair.



O resto da fase gira basicamente em torno de puxar alavancas, abrir portas e coletar chaves para que você eventualmente possa abrir esta grande porta, que está trancada com quatro espadas enormes, que têm aproximadamente duas vezes o tamanho de Lara. Eu teria usado um cadeado, mas que seja.



Quatro espadas = quatro chaves = quatro salas. Aqui está Lara, no perímetro da Sala de Thor. Diante dela está uma bola disparadora de raios. Não parecia haver nenhuma ordem ou razão neste puzzle. Eu simplesmente fechei os meus olhos, dei vários saltos correndo, e não parei de pressionar o cursor ‘para frente’ até que eu a ouvi se chocar contra uma parede.



Após a bola de raios vem um martelo gigante, pelo qual você tem que evitar ser esmagado. Eu achava que era bastante injusto ter dois obstáculos em uma sala, mas acho que eles estavam tentando compensar pela Sala de Poseidon, na qual você só tem que nadar um pouquinho. Uau, aquele Poseidon, que estraga-festas.



A Sala de Dâmocles proporciona um desafio bastante único de tentar evitar espadas caindo com a música  “The Sword of Damocles” grudada na sua cabeça (N.T.: “The Sword of Damocles” (literalmente, A Espada de Dâmocles) é uma música da trilha sonora do filme The Rocky Horror Picture Show).



Até onde eu me lembro, a Sala de Atlas consiste em um rochedo te perseguindo por um longo corredor. Eu acho que os designers de fases estavam ficando sem ideias a essa altura. 



A Sala de Poseidon. Pois é, definitivamente ficando sem ideias.



E bastante abruptamente, este é o fim da fase; como você pode ver, beber não apenas faz você esquecer-se das coisas como também faz você demorar horrores para terminar uma fase.

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