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Friday, February 24, 2012

Living Quarters

Esta fase fazia mesmo parte do jogo original? Juro, eu nunca vi nenhuma parte dela na minha vida inteira. Até Diving Area era mais reconhecível. Talvez eles precisassem encher espaço no meu DVD The Greatest Raids, e pensaram “ei, quem vai notar mais uma fase no mar, dentre as tantas outras milhões?”. Todas elas se tornam um grande borrão azul-e-laranja na minha cabeça, eventualmente.

Living Quarters começa como uma fase ‘industrial’, sem carisma algum, mas logo nos leva de volta ao levemente mais cativante Maria Doria (bem, tão cativante quanto um navio naufragado e cheio de capangas armados consegue ser). Ela é outra fase razoavelmente interessante, sem nenhuma característica definidora em particular, mas, ei, quer dizer que nós estamos uma fase mais próximos do final deste navio maldito.

Lara continua a explorar os destroços do Maria Doria, topando com cultistas esquisitos e cobras marinhas, em seu caminho.



Este não é bem o início da fase, mas está bem próximo dele. Como você provavelmente pode ver, Lara está debaixo d’água.



Existe algo que diga “fase divertida” mais do que uma sala cheia de ferrugem e metal?

Sim, tudo o resto.



Por alguma razão em particular, é completamente impossível subir nesta saliência (e em várias outras). Irritante, mas ei, pelo menos esta é uma ocorrência muito rara em Tomb Raider II, e não algum tipo de característica não oficial do jogo, à la Legend.



Aparentemente, este pedaço de presunto com pernas, que se chama de capanga, possui uma habilidade física maior que Lara, e consegue facilmente evitar a morte causada por barris rolantes.



Já imaginou como Lara ficaria com um bigode? Claro que já.



Ugh, aquelas cobras que saem de latas foram aprimoradas, e agora se assemelham a cruzamentos horripilantes entre crocodilos e enguias. Croco-enguias?



Após uma quantidade um pouquinho exagerada de salas com temática industrial, nós prosseguimos de volta ao navio; para ser exata, ao teatro, que possui assentos para os vários convidados gigantescos que ele deve ter acomodado. A tia de Lara provavelmente era uma cliente regular.



Farta daquele negócio de puxar e empurrar, Lara tenta colocar esta caixa em movimento com uma voadora.



Aqui nós temos o teatro, uma sala bastante agradável, que, infelizmente, é um pouco ofuscada pela Opera House, fase jogada anteriormente.



Um capanga fazendo cross-dressing, ou a única inimiga mulher no jogo todo?

Olhe só para ele. Fazendo pose como se estivesse em um calendário de mulheres de biquini.



O segundo pior lugar para se sentar no teatro. O primeiro lugar vai para aquele assento com o cadáver em cima dele, por ele estar de frente para a direção oposta do palco (e por haver um cadáver em cima dele).



Terminada! Mais uma fase até nós vermos o céu novamente.

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