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Examinando Pixels é a versão em português do blog Perusing Pixels, um diário fotográfico da jornada da jogadora Twin Pistols através da série de jogos Tomb Raider. Use os links à direita para encontrar um jogo ou fase em particular, ou veja abaixo o último post.

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Sunday, January 20, 2013

Temple Ruins

A busca de Lara Croft para encontrar o Artefato Infada a faz se encontrar nas profundezas das selvas da Índia, combatendo tigres assustadores e macacos ladrões, enquanto tenta explorar as ruínas de um antigo templo. Afinal, ela se depara com um pequeno acampamento, deserto a não ser por um homem agitado, Tony, que claramente desenvolveu algum tipo de loucura induzida pela selva. Ele diz que o Artefato Infada possui poderes especiais, mas especula que Lara provavelmente não sobreviverá tempo suficiente para encontrá-lo. Lara parece despreocupada e, após observar Tony fugir para dentro da selva, gargalhando, vira e segue na direção oposta.

E então nós continuamos nossa exploração das ruínas do templo, na fase que foi apropriadamente nomeada Temple Ruins (“Ruínas do Templo”, em inglês). Em termos de perigo, esta fase é o irmão mais velho e nervoso da fase anterior; enquanto Jungle parecia em sua maior parte indiferente à sua existência (exceto pelo ocasional tigre atrevido), Temple Ruins faz tudo o que pode para forçar você a abandonar a selva ou morrer tentando.



Nós começamos em um pequeno espaço claustrofóbico, rodeado por todos os lados por árvores, relva alta e paredes musgosas.



Assim que Lara dá um passo para frente para escapar deste pesadelo opressivo, uma nova ameaça aparece: a naja, pelo menos três vezes o tamanho de Lara em comprimento, enrolada, e pronta para mordê-la se ela chegar muito perto. Najas tendem a permanecer escondidas até Lara quase pisar nelas, e normalmente conseguem envenená-la  antes de ela ter tempo de sacar suas pistolas. Ser envenenado é uma aflição maior que qualquer outra coisa, uma vez que isto esvazia lentamente a barra de saúde, até que Lara desperdice um medi-pack para dar a si mesma o antídoto. Isto tudo significa que a naja é uma competidora primária para o prêmio de Inimigo Mais Irritante de Tomb Raider III. Pelo menos ela não consegue voar. 



A melhor parte a respeito das najas é o modo excessivamente dramático e sedento por atenção no qual elas morrem, como visto no vídeo acima. Cada jogo Tomb Raider tem que um inimigo que praticamente faz uma coreografia antes de sucumbir à morte. 



Deixa pra lá, ao menos os macacos são amistosos-ah, não, eles também odeiam Lara agora, provavelmente porque ela continua pegando todos os medi-packs antes de eles terem uma chance de levá-los para fazer Deus sabe lá o que com eles. Aqui estão eles, se agrupando só para poderem tamborilar na cabeça de Lara, como se ela fosse algum tipo de bongô.



Uma ou outra foto que eu tiro de macacos agressivos os faz parecerem criancinhas loucas por açúcar, que confundiram Lara por sua mãe e estão prestes a ter um ataque de birra. Você quase consegue ouvir o gemido irritante deles. “Mããããeeeee….”



Finalmente, um pouco de espaço pra respirar! E, como o Tony maluco mencionou, um deslizamento de meia tonelada de terra, debaixo do qual podem estar Randy e Rory, aspirantes a exploradores. Lara, não tendo nem o tempo nem a inclinação para resgatar a infeliz dupla, segue em frente.



Lara faz seu caminho por dentro do templo, que contém algumas estátuas de Shiva empunhando espadas. Como toda boa estátua em um jogo Tomb Raider, sempre existe 75% de chances dos Shivas se tornarem vivos na primeira oportunidade.    




Viu o que eu quero dizer? O Shiva tem que ser um dos inimigos mais arrepiantes que eu já vi nesta série, devido a sua cara completamente inexpressiva, com olhos vermelhos brilhantes, e a forma como ele tende a simplesmente ficar em pé ali e te encarar.



Fique no lado errado da estátua viva, e ela irá te lancear em duas de suas cimitarras e te fatiar, então pausar para admirar seu trabalho manual, antes de te descartar.


Nem tudo nesta fase é tão mortal quanto o que Lara encontrou até agora, embora não seja por falta de tentar. Vejam, o rochedo totalmente ineficiente!:

A propósito, dá pra perceber que eu acabei de descobrir a função de vídeos no Fraps?



Não tendo conseguido sequer arranhar o cotovelo dela com o rochedo mais patético do mundo, a fase então compensa jogando um monte de paredes de espinhos na pobre Lara.   


Desista, fase.



Sendo responsável pela morte de mais alguns Shivas, Lara fica convencida e começa a armar esta estátua com as espadas de seus camaradas caídos. Ela também foi bastante exigente a respeito de qual ordem eu deveria posicioná-las – a primeira espada tinha que ir na mão esquerda, caso contrário ela simplesmente se recusaria a fazer qualquer coisa. Diva.



Perto do final da fase, Lara se depara com os corpos de dois homens, os quais eu estou presumindo serem Randy e Rory. Ambos foram violentamente rasgados e agora estão levitando em pleno ar, sugerindo que algum tipo de magia negra possa estar envolvido. 



Não muito tempo após descobrir os restos mortais (não enterrados debaixo de um deslizamento de terra) de R&R, nós completamos a fase e somos lançados em – sim – mais uma cut-scene. Como uma pessoa que ama cut-scenes, tudo que eu posso dizer é, :D



No momento em que Lara emerge do templo, ela vê Tony passar em uma jangada automotora.



“Está se movendo! Eu devo atirar nela!” 



Tony, que agora tem um pedaço enorme de meteorito verde saindo de seu tórax (o Artefato Infada, sabe), ri quando Lara falha em causar dano ao seu corpo à prova de balas. Ele então agita os seus braços, fazendo a terra tremer.



Ou isso, ou Lara está bêbada novamente.



As ruínas desmoronam ao redor de Lara, fazendo-a colidir com o chão da selva, onde ela quase é nocauteada ao desviar de pedaços de pilar que estão caindo.



Lara sobrevive ao terremoto, mas não tem oportunidade de revidar antes de Tony desaparecer rio abaixo.



Ela quase corre atrás dele, antes de um método de transporte mais rápido chamar sua atenção.



Fin. Poxa, isto me levou um longo tempo.