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Examinando Pixels é a versão em português do blog Perusing Pixels, um diário fotográfico da jornada da jogadora Twin Pistols através da série de jogos Tomb Raider. Use os links à direita para encontrar um jogo ou fase em particular, ou veja abaixo o último post.

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Saturday, March 16, 2013

Caves of Kaliya

Após perseguir o cientista louco de aluguel, Tony, por um bom percurso ao longo do rio Ganges, Lara finalmente se depara com sua jangada de fuga, quebrada e inútil no pé de uma cachoeira. Atrás da cachoeira encontra-se a entrada para uma rede de cavernas, a única possível rota de fuga de Tony. Com a elusiva pedra Infada à vista, Lara continua atrás dele…

A fase final da Índia é outra fase curta, embora, sendo uma fase de chefão, isto seja compreensível. E acredite em mim, após vários minutos explorando o labirinto simplório que é a primeira metade desta fase, eu não estou reclamando nem um pouco. Além disso, nós temos um FMV longo e legal no final – mais de 4 minutos! – para compensar. Na verdade, este post é mais do FMV do que da própria fase.



Lara começa na entrada da rede de cavernas na qual Tony desapareceu.



Eu tirei muitas fotos das cavernas, mas seria inútil fazer o upload de todas elas aqui, porque todas elas se parecem com esta aqui, talvez com uma pequena variação na localização da parede, e na posição de Lara.



Após cerca de 10 minutos correndo, se rastejando e ocasionalmente pegando flares, Lara caiu em um buraco cheio de cobras furiosas, o que, na minha mente confusa, por causa do labirinto, pareceu ser uma coisa boa.



Avançando, Lara encontrou um túnel rochoso com uma ladeira íngreme, a versão de Tomb Raider de uma mudança de cenário. Eu dei um lacrimoso adeus para aquele medi-pack que me esqueci de pegar, e deixei a ladeira nos levar para longe…



… E nos jogar bem no meio do esconderijo de Tony, onde ele mesmo está esperando Lara, com os braços abertos, e bolas de fogo gigantes na extremidade daqueles braços abertos.



Tony fica tão contente em ver Lara, que demonstra imediatamente um de seus poderes, dado pela pedra Infada: aquecimento central extremo. 



Completo com uma coreografia.



Contudo, as coisas ficam um pouco quentes (e ao chamar atenção para esse terrível trocadilho, eu o deixo infinitamente melhor), e logo balas e bolas de fogo estão sendo trocadas.



Finalmente, Lara sai vitoriosa, e Tony explode (porque se tornar mau geralmente significa sacrificar a chance de deixar um cadáver com aparência normal), deixando o artefato Infada para Lara reivindicar.



E esse é o fim da fase, e da nossa aventura na Índia. 



Com o artefato Infada finalmente seguro, Lara começa sua longa jornada de volta, para fora da selva.



Porém, ao chegar à margem do Ganges, um grito distante chama a atenção de Lara. Um pequeno barco aparece, e rapidamente para ao seu lado, para permitir que a mulher cansada embarque.

Eu queria poder fazer isso com o meu rosto, mas infelizmente as minhas sobrancelhas não são independentes uma da outra.



Lara decide arriscar, e sobe a bordo da pequena embarcação. Ela é saudada por Dr. Willard, o cientista escocês visto pela última vez na Antártica. Ele está impressionado com o modo que Lara neutralizou Tony, e a oferece o trabalho de procurar outros três artefatos similares àquele que ela acabou de adquirir.



Lara está desconfiada de Willard, questionando seus motivos e seu conhecimento das relíquias. Ele demonstra seu interesse, usando um pequeno escâner para mostrar que o artefato é feito de um tipo único de meteorito.



Willard então apresenta à Lara o diário de Stephen Barr, um marinheiro do século 19 que originalmente descobriu os artefatos na Antártica. Lara lê…



Stephen Barr, marinheiro no HMS Beagle, se cansou de seu tempo no mar, seguindo “aquelas ideias blasfemas do patrão, [Charles] Darwin”.

Aqui nós vemos Stephen exibindo uma das duas expressões faciais que ele possui, perplexidade com a boca fechada.



Almejando aventura e carne “rica em sangue”, Stephen reúne alguns indivíduos que pensam como ele e, tomando controle de um bote salva-vidas, eles partem para a Antártica próxima.



Pegadas de animais os conduzem a uma caverna próxima, e os homens aventuram-se dentro dela, com esperanças de matar e comer o que quer que tenha deixado as pegadas…



A busca deles por comida se prova infrutífera, mas os homens não ficam muito desapontados, encontrando ao invés disso algumas pedras talhadas de aparência cara.



Entretanto, a celebração é rapidamente interrompida, quando uma enorme criatura semelhante a um lobo surge, e tenta comer um membro do grupo (Paul).

E Stephen nos entretém com uma demonstração de sua outra expressão facial, perplexidade boquiaberta (com tons sutis de náusea). 



Os outros correm para a saída, e Stephen faz o seu melhor para acompanhá-los, ao mesmo tempo em que ajuda Paul, que está ferido. Mas a ponte de gelo que eles atravessam desmorona com o peso deles, fazendo os dois homens deslizarem para as profundezas da caverna…



Eles finalmente explodem para fora da caverna, e de volta à luz do sol, mas Paul perde sua vida no processo. Os homens restantes o enterram, cada um deles jurando nunca contar a razão verdadeira de sua morte. 



Com seu apetite devidamente aguçado por este conto de morte horrível e deslizamento sobre coisas, Lara passa o livro de volta a Willard, que conta a ela os lugares que ela precisaria visitar; Nevada, o Pacífico Sul e Londres. Lara sorri. “Parece bom para mim.”

4 comments:

  1. Caraca, cada vez melhor. As expressões faciais kkkkkkkkkkkkk ficaram ótimas assim como a tradução, valeu Lodair :D

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  2. De nada, Audrey! Leitores fiéis como você que me incentivam a traduzir os posts hilários da Twin Pistols! :D

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    1. É sempre um prazer poder ler suas traduções da hilária Twin, ela realmente é demais.

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  3. A Twin é muito foda hauhsuahsuhasa Adoro os posts dela, valeu por traduzir^^

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